Há mulheres e homens que têm por dentro qualquer coisa que os distingue do comum dos mortais. E deixam-no escapar naquilo que fazem.
Elis tinha qualquer coisa que lhe saía da voz. O que lhe ía por dentro saía-lhe na voz, na entoação, na forma de dizer as palavras, na respiração entre um verso e outro. Não tem nome essa sensação, esse presente que se recebe quando se carrega no play e som chega a nós e entra pelo corpo a dentro e deixamos que nos toque, nos mexa. E que fica conosco para sempre.
* comentário deixado no outro post. Este post foi inspirado nesse comentário, pois.

Sem comentários:
Enviar um comentário