2011/04/17

sunday

O esforço compensou.
Desde as 17h30 de sexta feira que pus o cérebro em off e tentei sobreviver. Para primeiro fim de semana de cérebro desligado, não correu mal. Só hoje me vi obrigada a vestir outra coisa que não o pijama e apanhar o sol que brilhava lá fora.
Se podia ter ido para uma esplanada e conviver com os outros da minha espécie? Podia, mas não era certamente a mesma coisa.
Estar sozinha é bom, importante. É parte essencial da higiene intíma da mulher (eu!), sendo que, neste contexto, higiene íntima se refere à porqueira que é o meu cérebro. Não está mais arrumado, mas pelo menos não está tão caótico. Algumas das preocupações e assuntos não estão resolvidos, mas parece que pelo menos já pousaram em vez de pairarem 24h por dia. E isto de ter coisas a pairar no cérebro é cansativo, uma vez que pelo facto de pairarem, aparecem à janela mais vezes que o desejável fazendo-me perder tempo, paciência e concentração nas coisas que de facto posso e devo resolver, pensar e meditar*.
Assim, deixaram de pairar, continuam espalhadas pelo chão, mas é mais fácil arrumá-las agora que perderam vontade própria.

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