Uma: o braço dele, musculado, naquela camisa preta a dançar com a moça do nariz grande.
Outra: o modo meiguinho como ele passava com a mão no lombo da moça e ela se começava a rir com cócegas.
E depois é assim: Que adolescente não chorou baba e ranho e a ver o Dirty Dancing?!!!
A rapariga não era especialmente bonita, era tímida, tinha um nome ridículo, era uma choninhas e de repente aparece aquele homenzarrão que ela descobre porque vai acartar melancias (nunca me esqueci que em inglês são "watermelons")! E depois desafia mãe e pai e tudo e tudo por amor ao cavaleiro andante e à dança.
Que adolescente desengonçada não acreditou que, se motivada como ela, podia dançar bem?
Só me lembro de outro filme dele Ghost... mais um em que toda a gente chorou! Mas esse já não foi tão forte para mim. A não ser, claro, a imagem do barro a espalhar-se pela casa toda. (penso agora, que sempre tive um secreto desejo de ter uma roda daquelas para o barro... terá sido por causa do fantasma?!)
Lembrei-me agora de o ver também numa série que a minha mãe via muito entusiasmada: Norte e Sul. Mas aí não achava graça. As roupas eram um bocado antiquadas.
Serve o presente para assinalar o desaparecimento de um actor. Bom ou mau não sei apreciar., nem interessa muito. Hoje tenho noção que os filmes que eu vi não fazem, de todo, o meu género a esta altura da minha vida (em que já devia ter filhos e quase quase netos). Mas na altura em que os vi, faziam sentido. Faziam sonhar, chorar ou rir. Serviram de referência durante anos. Condicionaram os sonhos e os ideais.
E depois é assim: Que adolescente não chorou baba e ranho e a ver o Dirty Dancing?!!!
A rapariga não era especialmente bonita, era tímida, tinha um nome ridículo, era uma choninhas e de repente aparece aquele homenzarrão que ela descobre porque vai acartar melancias (nunca me esqueci que em inglês são "watermelons")! E depois desafia mãe e pai e tudo e tudo por amor ao cavaleiro andante e à dança.
Que adolescente desengonçada não acreditou que, se motivada como ela, podia dançar bem?
Só me lembro de outro filme dele Ghost... mais um em que toda a gente chorou! Mas esse já não foi tão forte para mim. A não ser, claro, a imagem do barro a espalhar-se pela casa toda. (penso agora, que sempre tive um secreto desejo de ter uma roda daquelas para o barro... terá sido por causa do fantasma?!)
Lembrei-me agora de o ver também numa série que a minha mãe via muito entusiasmada: Norte e Sul. Mas aí não achava graça. As roupas eram um bocado antiquadas.
Serve o presente para assinalar o desaparecimento de um actor. Bom ou mau não sei apreciar., nem interessa muito. Hoje tenho noção que os filmes que eu vi não fazem, de todo, o meu género a esta altura da minha vida (em que já devia ter filhos e quase quase netos). Mas na altura em que os vi, faziam sentido. Faziam sonhar, chorar ou rir. Serviram de referência durante anos. Condicionaram os sonhos e os ideais.



Adorei este post. Muito sincero,parece-me e também sensível.
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