2009/11/21

Microconto 2 *


E eis senão quando, a larva, agora borboleta, larga o casulo. Abre as asas e as cores que poderiam espantar o mundo acabam coladas à sola de uma bota da tropa distraída.




* Li umas coisas sobre microcontos há uns tempos. 
É uma coisa séria e há pessoas que escrevem bem e levam isto da escrita a sério, a fazê-lo.
Não sei sequer se isto que garatujo se enquadra na definição. 
De qualquer forma, cada um tem direito a ser arrogante quando quer e bem lhe apetece. 
E eu reservo-me o direito da arrogância. 
(Ía pôr aqui umas reticências, mas pensei que um ponto final era muito mais arrogante.) 
(e só por isso pus outro.)

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